Vivemos uma era de constante renovação tecnológica, fruto da crescente globalização e de troca de informações, o que impõe constantes desafios para a gestão de cada empresa; talvez um dos maiores desafios seja saber como conduzir o seu negócio em um contexto de crise, já que esse fator é inevitável, reduzindo ou minimizando os seus impactos, de forma a preservar a sobrevivência da organização.

Artur Lopes, dessa feita, sugere ser "necessário que, num momento de crise, as nossas convicções sejam sacrificadas permanentemente....num momento de crise devemos matar nossas paixões". Continua, afirmando que "administrar uma empresa é como conduzir um navio, em que o capitão precisa utilizar-se, além de sua experiência no mar, de instrumentos de precisão, como bússola, radar e GPS para se localizar no imenso oceano. Qualquer imprecisão, mínima que seja, pode levar a embarcação a quilômetros da rota correta". Perfeita a analogia!

Essa nova obra é interessante, bem escrita, e de fácil leitura, nos levando a refletir sobre tema que, frequentemente, surge no contexto econômico mundial.

Luiz Couto Chefe da Assessoria Parlamentar do Banco Central do Brasi